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Dia do ISCAD 2013 - Intervenção do Comendador Jorge Rocha de Matos




Comendador Jorge Rocha de Matos

Senhor Prof Doutor Elias Quadros, Diretor do ISCAD
Senhor Prof Doutor Manuel Damásio, Presidente do Grupo Lusófona
Senhor Administrador do ISCAD
Senhora Presidente da AEISCAD
Senhor Presidente da Associação dos Antigos Alunos

Uma especial saudação para todos Vós e nas pessoas de V.as Excelências, cumprimento todos os presentes nesta sessão.

Actualizado em Sexta, 14 Junho 2013 05:17 Continuar...

Palavras do Diretor, na Sessão Solene do Dia do ISCAD, 20 de Maio 2013

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Professor Doutor Elias Quadros
Diretor do ISCAD


Bem-vindos ao Instituto Superior de Ciências da Administração: obrigado pela vossa presença que muito honra o ISCAD.

Actualizado em Sexta, 14 Junho 2013 04:51 Continuar...

Intervenção do Senhor Presidente do Conselho de Administração, Manuel de Almeida Damásio no Dia do ISCAD

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Presidente do Conselho de Administração
Prof. Doutor  Manuel de Almeida Damásio

Senhor Diretor, Professor Doutor Elias de Jesus Quadros,
Caros Colegas do Conselho de Administração da SESC,
Senhor Presidente do Conselho de Geral do ISCAD, Comendador Jorge Rocha de Matos,
Senhor Administrador do ISCAD, Dr. Fernando Cabete Diogo,
Sapientíssimo Orador, Senhor Professor Doutor Domingos Pereira de Sousa,
Senhor Presidente da Associação de Estudantes,
Senhor Presidente da Associação de Antigos Alunos
Senhores Diretores,
Senhores Professores,
Senhores Colaboradores,
Senhores Convidados,
Queridas Alunas,
Caros Alunos,
Senhoras e Senhores,

Actualizado em Sexta, 14 Junho 2013 05:20 Continuar...

Oração de Sapiência no dia do ISCAD - 2013

“Crescimento económico em contexto de austeridade”

pelo Prof. Doutor Domingos Pereira de Sousa

Domingos Pereira de Sousa

Neste dia que é de festa para todos, cabe-me a honra de proferir a oração de sapiência subordinada ao tema “Crescimento económico em contexto de austeridade”, tema polémico que está na agenda de políticos, empresários e do cidadão comum.

Por isso, faremos uma reflexão crítica, como é suposto em ambiente académico, o que pressupõe que a abordagem é feita sem receios da controvérsia. O assunto é propício ao confronto doutrinário, dada a gravidade dos diagnósticos e das diferentes propostas do caminho a prosseguir.

O crescimento económico é assunto do interesse geral, diz respeito a todos e tem de ser prosseguido para além dos legítimos interesses individuais ou de grupo.

Actualizado em Quarta, 05 Junho 2013 02:17 Continuar...

Provedor revela qual o perfil do Trabalhador Temporário Português

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Realizou-se no dia 16 de Abril, no auditório 2, do instituto Superior de Ciências da Administração (ISCAD), uma conferência para apresentação, pelo Provedor da Ética Empresarial e do Trabalhador Temporário (PEETT), Prof. Vitalino Canas, do 5º Relatório Anual, relativo ao ano de 2012. O PEETT é um órgão independente da Associação Portuguesa das Empresas do Setor Privado de Emprego (APESPE). Tem por função principal a divulgação, defesa e promoção dos direitos e dos interesses dos trabalhadores temporários.

Actualizado em Quinta, 18 Abril 2013 09:59 Continuar...

À procura dos culpados - A Grande Crise Financeira e Portugal

Rui Teixeira Santos

"Give me control over a nation’s currency and I don’t care who makes the laws”

(Mayer Amschel Rothschild)

 

Resumo

A crise das dividas soberanas transformou-se numa crise do Euro e coloca em causa a sobrevivência da própria União Política, que garantiu a paz na Europa nos últimos 60 anos.
Como se chegou aqui? Primeiro pela resposta dada globalmente pelos bancos centrais na sequencia do 11 de setembro, emitindo moeda. Depois com a flexibilização do pacto de estabilidade e finalmente com a ortodoxia fanco-almã a empurrarem a Europa para uma espiral deflacionária para a qual não se conhece solução, que não seja mais empobrecimento e injustiça.
Nos países periféricos a União Económica e Monetária implicava a transferência de recursos dos países mais ricos para garantir a coesão, como contrapartida da abertura dos mercados. Porém, depois dos referendos francês e holandês terem inviabilizado a uma Constituição Europeia, a Alemanha ficava livre para abandonar a integração federal e apostar nos seus próprios interesses (os interesses primários dos aforradores bávaros) no âmbito de uma cooperação intergovernamental acordada no Tratado de Lisboa.
No caso português contudo, o eleitoralismo socialista fez o resto, aproveitando a flexibilidade do PEC para aumentar em quase 40% o endividamento externo do Estado, para financiar obras publicas que verdadeiramente não eram reprodutivas e que não alteraram a letargia em que a economia portuguesa vivia desde a adesão ao Euro e agravando a quebra de competitividade da economia que sustentadamente vem caindo desde o fim do Império colonial.

Actualizado em Domingo, 26 Fevereiro 2012 02:35 Continuar...

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